Mostrando postagens com marcador homenagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homenagem. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Os 100 Anos da Sociedade Esportiva Palmeiras

É possível falar do time do coração e ser imparcial? Em alguns momentos sim, hoje não é o caso. Hoje é dia que a paixão fala mais alto e forte e é ela quem comanda e cadencia as poucas palavras capazes de serem escritas diante desta tela, quando nem as palavras se bastam com tanta emoção, com tanto amor. Hoje o dia é do Palmeiras!



Os 100 anos são do Palmeiras, do Palestra, do time formado por imigrantes italianos que desejavam ter uma equipe de futebol, pois o esporte já contava com times de outras nacionalidades. Nasceu na Praça da Sé, cresceu na Água Branca e se espalhou pelo país inteiro, pelo mundo todo.



Com esquadrões cada vez mais fortes, o time foi ganhando mais adeptos, o campinho do Parque já não mais comportava tanta gente, veio o Conde, o investimento, o estádio. Stadium Palestra Italia. Mais tarde, as velhas arquibancadas de madeira dariam lugar a um moderno estádio feito em concreto armado, inovador para os padrões da época. Como inovador foi a elevação do campo, evitando assim a danificação do gramado com as recorrentes enchentes do bairro, surgindo os Jardins Suspensos.



Surgem Bianco, Heitor, Romeu, Imparato, Oberdan, Junqueira, Waldemar, Valdir, Leão, Luis, Dudu, Ademir, Nei, César, Velloso, Marcos, Evair, Edmundo, Arce, Alex, Rivaldo, Sampaio e uma constelação de craques que eternizaram o alviverde no patamar das grandes equipes de futebol. Enfrentou a peste e a guerra, envergou o fardamento da seleção brasileira com orgulho e vitória, ostentando a sua fibra.















Logo teremos casa nova. Esperanças renovadas, como o fogo da fênix verde que renasce e dá novas folhas a estas Palmeiras e aos nossos corações. Hoje o dia é do Palmeiras, vida longa ao alviverde imponente!

sábado, 21 de junho de 2014

A Eterna Muralha

As mãos que tremem ao escrever este pequeno rascunho não são nada perto das gigantes mãos de um grande homem que se foi, e que nunca tremeu.
Estas mãos eram de Oberdan Cattani, a muralha verde palestrina, que proporcionou muitas alegrias, além do respeito e admiração de todos.
Vencedor por diversas vezes. Viu e fez do Palestra líder, o Palmeiras campeão. Um dos símbolos da "defesa que ninguém passa", ainda assim, ele passou e nos marcou, deixando o legado de amor incondicional e dedicação entre o homem e o esporte.

Seu Oberdan permanecerá vivo em nossos corações, como o grande P, no centro de seu peito.
Difícil escrever e descrever algo que foge da compreensão, o que nos resta é somente aplaudir e agradecer por tudo aquilo que o grande goleiro fez.



"Iniciei no Palestra e vesti a camisa do Palmeiras, o que representa muito mais do que amor.
Oberdan Cattani
12/06/1919
20/06/2014

sábado, 18 de janeiro de 2014

São Paulo 460 Anos - Andando pela Cidade #4

Lançar um post no blog no sábado à noite combina muito com o passeio que iremos fazer. Trata-se de uma das ruas mais instigantes e com a energia mais efervescente que a cidade de São Paulo possui. Você deve imaginar, estamos falando da Rua Augusta.


De acordo com o Dicionário de Ruas, o nome "Augusta" não indica uma homenagem à alguém conhecida e sim um título de nobreza ou adjetivo, ou seja, no sentido de dizer o quão importante e imponente a rua é, já que o desejo do português Mariano Antonio Vieira,  proprietário da "Chácara do Capão", local onde hoje passa a rua, no final do século XIX, criou ali também o bairro de Bela Cintra e a rua Augusta serviria de acesso do novo bairro à Avenida Paulista, importante local da elite paulistana, como dissemos no post anterior.

A rua tem seu início nas proximidades da Praça Roosevelt, subindo até a Avenida Paulista e depois segue rumo ao bairro dos Jardins. Nos anos 60, torna-se reduto da juventude paulistana e da pluralidade que a cidade representa, agregando valor às mais diversas tribos diferentes, opção nela não falta para quem gosta de se divertir. A variedade gastronômica, as várias baladas e bares fazem da Augusta uma rua em o que importa é o prazer. Aproveite a noite e até a próxima!!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

São Paulo 460 Anos - Andando pela Cidade #3

Continuando nosso passeio pela cidade de São Paulo, daremos uma olhada numa das avenidas mais importantes da cidade e, por que não dizer, do país, a Avenida Paulista. Além de ser um dos centros financeiros de São Paulo é também um dos pontos turísticos mais visitados por conter uma série de locais de cultura e de entretenimento. 

Criada em 1891 pelo engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima, a Avenida Paulista veio do desejo da nova burguesia paulista em ocupar uma região que, além de promover a expansão da cidade, serviria como área residencial distante da movimentada centralidade do período, representada pelos bairros de Campos Elíseos e Higienópolis.

Hoje a Paulista apresenta uma série de locais que, para quem ainda não conhece, é uma boa oportunidade de passeio: Casa das Rosas, Centro Cultural FIESP, Itaú Cultural, Livraria Cultura, MASP, Parque Trianon e muitos outros.

As estações de metrô existentes na avenida tornam o acesso muito mais prático e, nos fins de semana, há vários grupos que promovem passeios gratuitos pela avenida contando toda sua história. Aproveite e até a próxima!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

São Paulo 460 Anos - Andando pela Cidade #2

Nossa visita hoje fica por conta da Biblioteca Mário de Andrade, essencial para quem quer aprender sobre a história da cidade de São Paulo. Fundada em 1925 na Rua 7 de Abril com o nome de Biblioteca Municipal de São Paulo.

Em 1937, incorporou a Biblioteca Pública do Estado e, com um acervo cada vez maior, mudou-se para a Rua da Consolação. O novo prédio foi inaugurado em 1942 pelo prefeito Prestes Maia e foi projetado pelo arquiteto francês Jacques Pilon sendo um marco na arquitetura Art Déco na cidade. Em 1960, a biblioteca passa a receber o nome de Mário de Andrade.

Após várias mudanças e reformas, em 2011 a biblioteca é reinaugurada permitindo ao público a utilização de áreas de consulta de coleções fixas e material circulante, além de diversos eventos em seu auditório, que permitem à Mário de Andrade sua inclusão na agenda cultural de São Paulo.

Como frequentador assíduo e pesquisador da cidade, posso afirmar que a quantidade do acervo aliada à qualidade e competência dos funcionários que ali trabalham fazem da biblioteca um local bastante prazeroso para se estudar e que vale muito a pena de ser conhecido. Até a próxima!



Biblioteca Mário de Andrade - Circulante
Av. São Luís, 235 - Centro
Tel: (11) 3775-0004/3775-0006
circbma@prefeitura.sp.gov.br
www.bma.sp.gov.br
2ª - 6ª - 8h30 às 20h30
Sábado - 10h às 17h

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

São Paulo 460 anos - Andando pela Cidade #1

É o primeiro post de 2014 e de antemão desejamos um ano com muitas felicidades e sucesso para você que nos acompanha e nos prestigia sempre. Que o futebol seja motivo de união, de tiração de sarro e de alegria entre as pessoas, nunca de brigas e jamais de violência!

Para começar o ano, vamos mostrar um pouco da cidade natal do nosso quartel-general, São Paulo, que completa no dia 25 seus 460 anos. E para isso iniciamos a série Andando Pela Cidade, para mostrar um pouco de sua história e servir de convite para um passeio que é muito agradável.

Começaremos pelo Pátio do Colégio ou Pateo do Collegio, não por acaso, o local eleito como marco inicial da cidade de São Paulo, criado em 25 de Janeiro de 1554. Porém, esta construção não é a original, vítima de um desmoronamento de causas desconhecidas, mas sim uma feita nos mesmos moldes, em 1954. Abriga, entre outros hoje, o Museu Anchieta, Biblioteca e uma cripta com o fêmur do padre que batiza o museu.
Ilustração de 1824
Na época, localizado no alto de uma colina e cercado dos rios Tamanduateí e Anhangabaú, o lugar, chamado de Vila São Paulo de Piratininga, era uma opção estratégica de segurança.
Hoje o local apresenta atividades culturais. O museu, composto por sete salas, expõe coleções de arte sacra, uma pinacoteca, objetos indígenas, uma maquete de São Paulo no século XVI, a pia batismal e antigos pertences de Anchieta, entre outras coisas. Muitas pessoas aproveitam o cafezinho e o clima nostálgico no jardim do pátio.
Jardim

Como um dos principais símbolos da história paulistana, o lugar ainda preserva a grafia original do português arcaico. Viaje no túnel do tempo e se surpreenda com o início da trajetória de uma das mais importantes cidades da América Latina. Aproveite e vá conhecer as origens de São Paulo, até a próxima!!!

Vista Aérea


Serviço:
Pateo do Collegio
End.: Praça Pateo do Collegio, 2 - Centro - São Paulo (próximo ao metrô Sé)
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 16h30. Para visita monitorada é preciso agendar de segunda a sexta, das 13h às 16h
Preço: Museu Anchieta - R$ 6 (inteira), R$ 3 para estudantes, R$ 2 para alunos de escola pública. Gratuito para crianças de até sete anos, pessoas maiores de 60 anos e deficientes físicos.
Tel.: (11) 3105-6898
Site: www.pateocollegio.com.br

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Mandela

Há poucas semanas falávamos sobre o racismo no futebol - post anterior - e ontem nos deparamos com a partida de Nelson Mandela, que dispensa maiores apresentações. Como singela homenagem a um dos maiores líderes políticos de todos os tempos, falaremos sobre o filme Invictus, que tem a direção de Clint Eastwood.

Invictus  conta a história do primeiro ano do mandato de Mandela como presidente da África do Sul, quatro anos após sua libertação.  O roteiro é de Anthony Peckham, baseado no livro "Conquistando o Inimigo" de John Carlin. Mandela acreditava no perdão como libertador da alma humana, sendo magistralmente interpretado por Morgan Freeman e tendo Matt Damon como o capitão da seleção sulafricana de rugby no filme.

Mandela percebe que mesmo com o fim do apartheid, a África do Sul ainda sofre com o racismo e com vários problemas econômicos. Na tentativa de unir a nação através do esporte, Madiba - como era chamado entre seu povo - incentiva o capitão do time a vencer o campeonato mundial de 1995.


"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar".
(Nelson Mandela - 1918-2013)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Futebol, Crianças e Heróis



Chegou o mês das crianças e como é bom celebrar este momento de alegria junto a elas, vendo seus sorrisos estampados em toda parte. A alegria de muitas crianças da minha época, quando não havia internet e suas redes sociais que nos emaranham em frente a uma tela de celular, pc ou tablet, era a bola de futebol. Ou algo que lembrasse uma: lata, meia, jornal enrolado com fita adesiva, etc. Lembrando que se jogava na rua, ou nos terrenos ou campos de várzea, fazendo as traves com pedras, tijolos ou chinelos.

O futebol, portanto, estava integrado ao cotidiano infantil e as discussões clubísticas eram inevitáveis, cito como exemplo o trio-de-ferro paulista, com importante destaque na década de 90, o Palmeiras com a Era Parmalat, o São Paulo de Telê e o Corinthians de Marcelinho Carioca.

Outro fato marcante na infância de muitos eram as histórias em quadrinhos da Marvel e da DC Comics publicadas aqui pela Editora Abril. Homem-Aranha, Hulk, Superman e Batman, entre tantos outros, dividiam lugar na banca de jornal com os álbuns de figurinhas do Campeonato Brasileiro.

Para unir esta paixão pelo futebol com o mundo dos heróis, a Revista Placar, da mesma editora, criou, em 1995, uma sessão chamada Os Super-Heróis da Bola. Era um grupo de 12 heróis, cada qual representando um time do Eixo Rio-São Paulo, além de Minas e Rio Grande do Sul. Assim sendo, temos:




TRIMINATOR - FLUMINENSE
COLORADO DO ESPAÇO - INTER-RS
GALO VINGADOR - ATLÉTICO-MG
CYBERPORK - PALMEIRAS
LANÇA CHAMAS - BOTAFOGO
ACQUATÔMICO - SANTOS
THUNDER TRICOLOR - SÃO PAULO
POWER URUBU - FLAMENGO
CAPITÃO VASCO - VASCO
MEGA TIMÃO - CORINTHIANS
FOX - CRUZEIRO
ESPADACHIM AZUL - GRÊMIO



O projeto, do então redator de direção, Marcelo Duarte, não surtiu o efeito desejado e acabou sendo engavetado. Mesmo assim, vale a pena usar um pouco a imaginação e viajar nessas histórias onde nosso time é mais que nosso eterno campeão, é o nosso herói, nosso sonho de criança. Até a próxima!


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Homenagem - Mauro Beting

No dia 2 de Setembro, o jornalista e comentarista Mauro Beting comemorou mais um aniversário. Na imprensa desde os anos 90, certamente você já o viu em algum canal de televisão, já o ouviu no rádio e já leu suas colunas no jornal e na internet, até mesmo nos videogames. Ele é unânime entre os que acompanham futebol, pelo modo imparcial como comenta e escreve, pelo senso de humor inteligente que lhe é peculiar. Nunca negou a ninguém que é palmeirense e nunca fez questão de ser lembrado por isso.


Juntamente com outros jornalistas, lançou há pouco tempo o canal CHUPA FC, em que sua veia cômica está ainda mais veemente, muito mais até do que sua vasta cabeleira. Além disso, é autor dos livros A Ira de Nasi, Nunca fui Santo, Bolas & Bocas - Frases de Craques e Bagres do Futebol, As Melhores Seleções Estrangeiras de Todos os TemposOs Dez Mais do Palmeiras, Fim do Jejum - Início da Lenda, entre outros.


O futebol é um esporte tão simples que, explicá-lo, paradoxalmente, é algo complicado, pois é necessário escapar do óbvio. Mauro faz isso exatamente como seu amado pai Joelmir fazia com a economia, consegue transcrever seus conceitos de forma palpável, plausível, prazerosa.

Mauro é exemplo de quem faz o que gosta e Beting é sinônimo de quem sabe como fazer. Orgulho de Joelmir e Lucila. Da esposa e filhos. Do jornalismo brasileiro, da torcida palmeirense, de todos amantes do futebol e espelho para quem tergiversa sobre História, Futebol e Futilidades. 


Parabéns, Mauro!

domingo, 1 de setembro de 2013

Corinthians - 103 anos



Bairro do Bom Retiro. Esquina da rua José Paulino com a Cônego Martins. Por volta das 20h30 do dia 1º de setembro de 1910, quatorze operários fundaram o Sport Club Corinthians Paulista. Miguel Battaglia fora escolhido seu primeiro presidente e imortalizou a célebre frase:

"O Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time"

De fato, o Corinthians ficou marcado em sua longeva história como o time do povo, das classes mais humildes e menos favorecidas social e economicamente.  Mas desde sua fundação, o clube cresceu de tal forma que sua torcida abrange a todas as classes e setores da sociedade. Contudo, o sangue maloqueiro continua a correr nas veias de todos os corintianos, independente de sua classe social.

Time de sofredores, de vinte e três anos sem títulos, da corrupta “Era Dualib”, do rebaixamento à Série B em 2007.

Mas também o fantástico time da Era de Ouro dos anos 1950, da Invasão do Maracanã em 1976, da quebra do jejum no ano posterior, da Democracia Corintiana da década de 1980, do time multicampeão do final da década de 1990, ao também elenco multicampeão atual.

Time que elevou a condição de ídolo jogadores pouco badalados como o Pé de Anjo Basílio, o raçudo Biro Biro, ao voluntarioso Tupãzinho.

Time que pode idolatrar craques como Luizinho, Rivelino, Sócrates, Casagrande, Ronaldo.

O time do Mosqueteiro e de São Jorge.

O time da Fiel.

Dizem que o Corinthians não é um time que tem uma torcida, mas uma Torcida que tem um time. E nada faz o Corinthians maior do que ele é, que cada um de nós que estamos no Pacaembú e em todos os rincões do país.

Títulos são importantes. História também o é. E temos as duas coisas, diga-se de passagem. Mas nada é mais importante que o nosso AMOR incondicional pelo Corinthians.

Parabéns a todos nós que fazemos parte dessa religião chamada Corinthians, pelos 103 anos de História!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Ao Ídolo Com Carinho

Geralmente nós ou a imprensa e a mídia de um modo geral ou, por que não dizer, o mundo todo, sempre homenageiam um ídolo quando da partida deste. Essa homenagem se resume a um, dois dias e depois fica no esquecimento. Mas e quando o homenageado é alguém que transpõe essa linha, tornando-se imortal? É disso que pretendo tratar com você hoje, que acompanha o FutHistFut.

Se nosso ídolo morreu é porque ele então não era de fato nosso ídolo. Eles não morrem. Digamos que fique mais difícil de conseguir um autógrafo, tirar uma foto, mas ele está lá, ou melhor, está aqui, dentro da memória de cada fã, de cada pessoa que admirava seu trabalho.



Joelmir Beting é um desses heróis. Herói economista. Por que? Ele nos salvou da inflação? Não, mas ele ajudou a entendê-la, com sua maestria em decifrar linguagens extensas e complexas e transformá-las num bate-papo informal durante anos na TV e no rádio. Me lembro da minha infância, de ouvir aquele homem falando no telejornal sem saber uma palavra sequer do assunto mas com uma atenção imensa naquele modo simples de falar que cativara não só a mim, como a todos os que estavam na sala.

Jornalista e eterno palmeirense, cujo amor o fez deixar o jornalismo esportivo, ainda assim tenho a certeza de que tinha e tem orgulho do filho Mauro que seguiu a mesma profissão, a mesma paixão. Paixão essa que começa com P de Palestra, P de Palmeiras, P de Pai, do qual também sempre me orgulho do meu.

Eu termino o post homenageando a Família Beting pela importância na história do jornalismo e também do Palmeiras e deixo uma das célebres frases do Seo Joelmir:

"Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense... É simplesmente impossível!".

sexta-feira, 15 de março de 2013

A Dinastia do Rádio Paulista

A geração de hoje que já nasce com um smartphone na mão mal sabe do ritual sagrado que é acompanhar o seu time de coração no estádio com um velho radinho de pilha. Essa tradição passa de pai pra filho ou, pelo menos passava, já que o advento da tecnologia e a própria internet acabaram por deixar o velho rádio empoeirar-se no esquecimento do tempo.

Mas, antes mesmo das transmissões futebolísticas via rádio, esse importante meio de comunicação hoje tem uma grande efeméride a ser comemorada, já que O ano de 2013 marca a importante efeméride dos “90 anos de Rádio no Brasil”, pois, em abril de 1923, foi instalada a primeira emissora em nosso país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, pelo professor Roquette Pinto e o engenheiro Henrique Morize. Seus fundadores tinham como lema divulgar a cultura brasileira.

Para isso será lançado hoje o livro A Dinastia do Rádio Paulista, de Thais Matarazzo e Waldir Comegno, que nos traz histórias sobre bastidores dos suntuosos concursos de rainha do rádio, perfis das candidatas, curiosidades, entre tantas outras coisas que, num tempo em que não existia televisão, era o que se tinha de maior entretenimento entre a sociedade brasileira, principalmente carioca e paulistana. Fica a dica para o fim de semana. Boa leitura!